terça-feira, 10 de janeiro de 2017

Museu Militar do Forte do Brum-Recife



 Construção inicial portuguesa, em 1629, por ordem do Governador Matias de Albuquerque
 recebeu a denominação de FORTE DIOGO PAES, tendo como objetivo reforçar a entrada da barra do Porto do Recife contra invasões.



 
A sua posição foi escolhida por Matias de Albuquerque, testada durante as incursões corsárias, sendo depois ocupado pelos invasores, que concluíram a sua construção, com muita dificuldade, devido os ataques das Companhias de Emboscadas. O forte ficou conhecido pelos luso-brasileiros como FORTE DO BRUM, em homenagem ao Presidente do Conselho de Guerra Holandês de Ocupação, Johan Bruyne. Em 1654, com a Rendição na Campina da Taborda, o Forte troca novamente de bandeira.




 Em 1987 foi inaugurado ali o MUSEU MILITAR DO FORTE DO BRUM (MMFB), em homenagem ao SOLDADO NORDESTINO, contendo exposições com obras que retratam a participação do soldado nordestino na história militar.









































(Fontes- http://www.7rm.eb.mil.br/index.php/forte-do-brum - blog- casinhadacys)

domingo, 11 de dezembro de 2016

"Caboclinhos festejam título de Patrimônio Cultural do Brasil"


O 8º Encontro dos Caboclinhos e Índios de Pernambuco acontece nos dias 10 e 11 de dezembro, em Goiana, na Zona da Mata Norte, com programação especial que celebra a conquista do título de Patrimônio Cultural Imaterial do Brasil, concedida no último dia 24 de novembro em Brasília, pelo Conselho Consultivo do Patrimônio Cultural do Iphan. O evento, realizado pela Associação Carnavalesca dos Caboclinhos e Índios de Pernambuco (ACCIPE), conta com apoio do Governo de Pernambuco, através da Secult-PE e Fundarpe.

“Para nós, a edição desse ano será ainda mais especial, homenageando as 32 agremiações participantes de uma maneira muito orgulhosa, com a sonhada conquista do título de Patrimônio Cultural... "(Comentou Erivaldo Francisco de Oliveira (Peu), presidente da ACCIPE)



Confira a programação:

Sábado, 10 de dezembro
Engenho Mussumbu (Assentamento Florestan Fernandes – zona rural de Goiana)
17h – Caboclinho Canindé do Recife
17h20 – Caboclinho Índio Brasileiro de Buenos Aires
17h30 – Caboclinho dos Coités de Tracunhaém
17h40 – Leão da Fortaleza
17h50 – Índio Canindé Brasileiro de Itaquitinga
18h – Tribo de Índio Canindé de Itambé
18h10 – Leão da Serra
18h20 – Caboclinho Tupinambá de Goiana
18h30 – Tribo Guianás
18h40 – Tribo de Índio Águia Negra de Itambé
18h50 – Caboclinho Tupã
19h – Tapuias Camarás de Camaragibe
19h10 – Caboclinho Oxossi Pena Branca
19h20 – Caripós de Goiana

Domingo, 11 de dezembro
Espaço Multiuso (Bairro de Nova Goiana)
16h10 – Caboclinho Tabaiares
16h20 – Caboclinho Canindé de Camaragibe
16h30 – Kapinawá do Recife
16h40 – Caboclinho 7 Flexas de Goiana
16h50 – Índio Tabajara de Goiana
17h – Tribo de Índio Ubirajara de Itapissuma
17h10 – Canindé de São Lourenço
17h20 – A Tribo Taquaracy
17h30 – Caboclinho Canindé de Goiana
17h40 – Caboclinho Carijós de Goiana
17h50 – Tribo Indígena Tapirapé
18h – Clube de Índio Tupiguarani
18h10 – Tribo Paranaguazes
18h20 – Pretinha do Congo de Carne de Vaca
18h30 – Clube Carnavalesco Misto Tupi

18h40 – Caboclinho Tabajara de Camaragibe.

(Fonte- http://www.cultura.pe.gov.br/canal/patrimonio/caboclinhos-festejam-titulo-de-patrimonio-cultural-do-brasil/ )

terça-feira, 6 de dezembro de 2016

Forte das Cinco Pontas-Recife

O Forte de São Tiago das Cinco Pontas situa-se no atual bairro de São José, próximo à antiga Estação Rodoviária de Santa Rita. É a última construção holandesa no Recife e um dos monumentos mais representativos da arquitetura colonial










  Fernandes Vieira ordena que a construção comece a ser restaurada em 1677. Dessa vez, os portugueses empregam um material mais resistente do que a taipa (que os flamengos utilizaram na construção primitiva), e as obras são concluídas em 1684.
Durante essa restauração, porém, um dos baluartes (ou pontas) do forte é suspenso, e o local fica reduzido a quatro pontas apenas (adquire a forma quadrangular), ao invés da pentagonal do início.





 Os objetivos mais relevantes daquela fortaleza eram os de garantir à população o suprimento de água potável, mediante a proteção das cacimbas (ponto vital para o abastecimento d’água do Recife), e impedir que os navios inimigos circulassem pelas águas do rio Capibaribe.










O último nome adquirido pelo forte, finalmente, é o de São Tiago das Cinco Pontas, pelo fato de haver, em seu interior, uma pequena capela dedicada a São Tiago Maior, um dos seus santos padroeiros.

(Fonte- http://basilio.fundaj.gov.br/pesquisaescolar/index.php?option=com_content&id=448 )